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Ano novo, vida velha? De novo não…

Todos sabem que um ano é equivalente a trezentos e sessenta cinco dias mais seis horinhas, isto é, um ano marca o tempo que a Terra demora para dar a volta em torno do sol, o chamado movimento de translação. Mas não é nosso propósito falar de ciência aqui. E sim, dizer que o tempo, contado em anos, na verdade, acaba por dividir a nossa vida em ciclos. É um tipo de renovação da vida. Pelos menos aparentemente. Por isso que milhões de pessoas fazem seus rituais de passagem de ano, esperando que algo mude para melhor em sua existência, mas isso nem sempre acontece, ou melhor, quase nunca.

A cada ano vejo inúmeras pessoas fazendo votos a Deus com o propósito de tornar a vida melhor, mais bela, mais alegre. Alguns querem engordar, outros emagrecer, alguns anseiam ganhar um salário maior, outros trabalhar menos, alguns e algumas estão ansiosos por um casamento, outros e outras querem sair do casamento. Alguns prometem que vão passar mais tempo com a família, outros que não cometerão mais os erros do passado, que serão mais calmos, que gastarão menos, vão ser mais educados, mais pacientes e por aí vai…

Fato é que muitos desses que fazem seus votos no dia 31 de dezembro, voltam para a mesma rotina de vida no dia primeiro de janeiro. O interessante é pensar que tais pessoas se iludem ao ponto de pensar que uma vida vivida do mesmo jeitinho de sempre vai levar a resultados diferentes. Muitos nem se dão ao trabalho de lutar e labutar um pouquinho que seja para cumprir seus votos ou atingir seus objetivos. E daí ficam aguardando uma intervenção divina sobrenatural a qual transformará tudo num maravilhoso mar de rosas. É como diz um pastor amigo meu: “isso é uma grande bobagem”.

Nessa pastoral, não quero convidá-lo a fazer um voto a Deus em relação a 2017, mesmo porque a bíblia ensina – quem faz votos e não os cumpre é tolo. Quero, apenas, que faça uma análise sobre si mesmo: será que existe alguma área de sua vida que possa ser melhorada? Será que existem paradigmas que necessitam ser quebrados pra você reconstruir a sua história? Será que há comportamentos na sua jornada que possam ser alterados para tornar melhor a caminhada da vida, em relação a si mesmo e aos outros? Será que existe um perdão que precisa doado? Uma fala que precise ser reeditada?

Essas questões são bem pessoais e particulares, e elas nos levam a mergulhar em nós mesmos, e a pedir que Deus sonde e averígue se há em nós caminhos maus, caminhos que no fundo, bem no fundo, são descaminhos. Francisco de Assis faz uma oração muito rica e bela sobre isso: “Deus, dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu possa, e sabedoria para que eu saiba a diferença”. É preciso reconhecer sim que há certas áreas de nossas vidas que vão de vento em polpa e não necessitam de mudanças, contudo há outras que precisam ser fechadas pra balanço, para revisão, reestruturação, remodelagem, reconstrução, renovação. E ainda, há certas coisas que não estão ao nosso alcance por sermos pequenos demais, frágeis demais, humanos, demasiadamente humanos, mas mesmo assim, tem de ser aceitas.

Minha palavra hoje é: seja honesto com Deus e consigo mesmo, peça coragem pra mudar o que precisa ser mudado, e faça isso em nome e para a glória de Jesus. Não faça votos que serão esquecidos dois minutos depois de serem pronunciados ou que serão só mais um peso para se carregar  no ano de 2017. Liberte-se disso. Trilhe por novos caminhos.

Em 2017 se inicia um novo ciclo que pode ser um novo tempo também, ou pode ser a mesmice de sempre. Tem gente que gosta de mesmice, e, particularmente, não tenho nada contra eles. Mas é fato que se nos colocarmos em sinceridade diante de Deus, com certeza absoluta, haverá áreas de nossas vidas que deverão passar por transformações. Portanto, seja forte e corajoso. E não tenha medo da novidade, mude o que precisa e pode ser mudado, e creia que Deus tem o poder de fazer novas todas as coisas (Apocalipse 21:5).

Um novo tempo pede um engajamento novo, um compromisso novo, uma celebração nova, uma esperança nova. Isso é muito bem expressado pelo salmista quando diz que cantará ao Senhor um novo cântico (Salmo 96:1).  Quero convidá-lo a cantar essa nova canção tão falada pelo salmista comigo. Venha, ajoelhemo-nos diante de Deus com o coração puro, sincero e honesto, sem barganhas e exigências a fazer, com alma cheia de gratidão, confiança, aberta e corajosa para as transformações que o Pai, o Abba Pai desejar fazer.

Lembre-se: nada muda se nada muda. Se quiser uma vida nova em 2017, busque em Deus. Mas busque com toda a sua força e dedicação confiando na graça que vem do alto. Vida nova, segundo a minha perspectiva, pode ser traduzida assim: uma vida alegre, confiante, satisfeita, com conteúdo, com simplicidade, mas com significado, com paz e coragem para ousar trilhar por caminhos da fé, fé em Jesus Cristo. Eu quero essa qualidade de vida, e você?

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Laurencie Salles
Sou uma simples pessoa que encontrou a vida por meio da graça de Deus, e esta magnífica graça tem um nome: Jesus Cristo. A partir de Jesus de Nazaré minha identidade é construída, meus papéis de marido, pai e filho, professor e cidadão são exercidos, e minha vocação pastoral é cumprida. Sou alguém amado graciosamente por Jesus e fora Dele não existe nada em mim que tenha valor ou sentido.
Minha formação é na área de Matemática, pela UFSCar (graduação e mestrado) e em Teologia, pela Faculdade Batista de Campinas, convalidado pelo Centro Universitário Clarentiano, com especialização pela FLAM/UNIFIL e especialização em Ética e cidadania pela USP/UNIVESP.

Natal – pé no chão

[…] e ela teve seu filho primogênito; envolveu-o em panos e o colocou em uma manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria”. (Lc 2.7)

Quem não fica encantado com a cidade na época do Natal?! Luzes, pinheiros, mais luzes, mesas fartas, troca de presentes etc… A priori não há nenhum problema nisso. Mas será que diante da onda de consumismo que se apresenta em geral nessa época não corremos o risco de perder o foco Naquele que é a razão e o sentido do Natal? O que a Bíblia nos ensina sobre isso?

Atentando para a Palavra Divina compreendemos que o Natal – o nascimento de Jesus – trata sobre o grande Mistério da encarnação. Assim sendo, no Natal podemos lembrar ao nosso coração que Deus bondosa e graciosamente se fez homem. Nas palavras do apóstolo do amor: “O Verbo se fez carne”. Todavia, mais misteriosa ainda é a situação como Deus decidiu enviar seu Filho, o Verbo: Jesus nasceu milagrosamente de uma jovem virgem, a saber, Maria que era noiva de um tal José da tribo de Judá, ambos, por sinal, paupérrimos. Foi assim que se deu o nascimento de nosso Senhor – em absoluta simplicidade e pobreza numa cidade sem muita importância, num lugar reservado para os animais. O que isso tem a nos dizer?

É evidente que o Natal não tem nada a ver com o consumismo, não tem a ver com o poder de compra que uma família tem, não tem a ver com os shoppings lotados, não tem a ver com o bom velhinho, nem com seus duendes, não, nada disso. Natal não está relacionado ao “ter” ou “possuir”, está sim, ligado ao “ser”. Especialmente, ser para Deus. Sendo e existindo para Deus compreendemos que no verdadeiro Natal, Ele, o Magnífico, na pessoa de seu Filho, doa-se, humilha-se, esvazia-se, empobrece-se, coloca-se deliberada e superlativamente em estado de sofrimento.

O modo como Deus vem e age em Jesus cria para nós um paradigma, um modelo de ser e existir – Cristo, o Filho do Deus Altíssimo, veio em pobreza para que nós fossemos ricos em alegria, compaixão e generosidade. No Natal devemos compreender que Deus nos amou de tal maneira que nos deu o seu Filho. Perceba que o Natal marca um ato supremo de doação de Deus.

Isso posto, esclarecemos: Natal – pé no chão é acolher o grande amor de Deus manifestado em seu Filho Jesus Cristo e se colocar a Sua disposição para demonstrar em atos e palavras tão grande e genuíno amor. É não desprezar ou fazer ouvido moco aos que sofrem e são oprimidos todos os dias pela dura realidade. É viver e celebrar a simplicidade e a humildade. É doar-se ao Deus de graça e investir existencialmente na Sua causa de restaurar e trazer esperança aos homens e mulheres.

Por isso, desafio-o, neste ano de 2016, a celebrar um Natal – pé no chão. Comemore seu Natal assim: agradeça a Deus por Jesus e demonstre sua gratidão através de atos de bondade que expressem alegria, compaixão e generosidade. Quem celebra o Natal – pé no chão é porque está verdadeiramente com a cabeça e o coração em Cristo. Pense nisso!

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Laurencie Salles
Sou uma simples pessoa que encontrou a vida por meio da graça de Deus, e esta magnífica graça tem um nome: Jesus Cristo. A partir de Jesus de Nazaré minha identidade é construída, meus papéis de marido, pai e filho, professor e cidadão são exercidos, e minha vocação pastoral é cumprida. Sou alguém amado graciosamente por Jesus e fora Dele não existe nada em mim que tenha valor ou sentido.
Minha formação é na área de Matemática, pela UFSCar (graduação e mestrado) e em Teologia, pela Faculdade Batista de Campinas, convalidado pelo Centro Universitário Clarentiano, com especialização pela FLAM/UNIFIL e especialização em Ética e cidadania pela USP/UNIVESP.

LUZ NOS DESAFIOS DA FAMÍLIA

Ser família é aceitar um desafio. Ter uma família nem sempre é uma escolha. Já nascemos aonde nascemos e temos que conviver com quem crescemos. Mas viver em família é sempre uma escolha que pode ser aceita ou não.

Podemos viver anos sem aceitar o fato que estamos em uma família e que precisamos – para nós e para os outros – viver juntos. Isto é viver sem ser família. Mesmo que do ponto de visto genético e social você vive em família, do ponto de vista intencional e existencial podemos viver fora deste conceito.

Portanto, ser família é aceitar o desafio de viver como tal. Precisa ser algo intencional, consciente e pragmático. Talvez alguém pense que pode viver sem esta consciência. Até pode, mas as consequências serão desastrosas. Muitas vezes temos máscaras que usamos no trabalho, com os amigos, e na sociedade em geral. Mas na família estas mascaras são possíveis, mas pouco eficientes. Pois eles sabem quem nos somos e nos conhecem melhor que outros.

Os desafios na família são muitos. Temos sempre que estar dispostos a abrir mão de algumas (ou muitas) coisas pelo bem da família. Seja uma simples atividade e/ou prática que temos e que incomodam ou prejudicam aos familiares, até questões mais profundas como nosso caráter e temperamento que precisam ser moldados para que possam viver melhor com os nossos queridos.

Mas o maior desafio é mudar quem somos, pois na família é mais difícil esconder quem somos. E para mudar esta essência que nos faz ser quem somos, precisa ser algo transcendental e de dentro para fora.

Precisamos de luz para nos guiar neste caminho longo e árduo. Luz para que possamos enxergar por onde estamos indo e ande iremos chegar, como também luz interior para que ilumine a nossa vida de tal forma que possamos enxergar quem somos para só assim podermos ter a chance de mudanças internas.

Esta luz é uma força que não encontramos em nós mesmos, pois não temos esta condição de forma plena, mas de forma rasa e inconstante. Precisamos de deus em nossas vidas que nos lança luz para nossa caminhada e para nossa vida. Assim podemos ter coragem de encarar os desafios da vida e amar os nossos familiares de uma forma mais próxima de como Deus nos ama.

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.

SINÔNIMOS MONTANHOSOS

Bem- aventurados os que desejam ver, sentir e ouvir a graça de Deus; os que reconhecem sua fragilidade e vulnerabilidade; os que buscam a companhia do mestre, pois deles é o reino dos céus.

Felizes os que choram; que sussurram; os que soluçam e emudecem; os que experimentam e buscam o ajudador e enxugador de lágrimas, a voz  calma e o abraço forte Dele, pois já são e serão consolados.

Quão alegres são os humildes; que reconhecem que são um punhado de pó moldados para glória Dele; os que aprenderam na humildade o caminho da essência de ser o que são : humanos. Felizes os cônscios de sua real natureza, pois estes herdarão a terra.

Tristes serão os “saciados”, os “satisfeitos” com pouco, que acham o pão e mel divino algo insosso e azedo!!!

Bem aventurados os sensíveis, os simpáticos com dores alheias, humanos suficientes para alegrar-se com sorrisos fraternos, de chorar diante dos descasos com o amigo: felizes os que exercitam o amor para com o próximo, ao fazerem isso percebem mais e mais a Dona graça em suas vidas.

Infelizes os maliciosos, os corruptos, os gananciosos, exploradores, pois diante da escuridão dos seus atos não vêem a Luz.

Felizes os que são Paz e transmitem a Paz: alegres são os que militam pela felicidade alheia: os que saem do seu conforto para confortar o amigo: os que com mansidão sinalizam o amor, estes serão chamados filhos de Deus.

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Rafael Campos
Rafael Campos é veterinário por formação; cientista por vocação. Atualmente é doutorando em Farmacologia (UNICAMP); discípulo de Jesus Nazaré e encantado pelo seu amor e sua Graça.

ILUMINE-SE

Olhar para dentro de si mesmo é um desafio
Que poucos se aventuram em profundidade
No escuro da alma se encontra um vazio
Preciso é uma luz para chegar a claridade

Muitos acham que a luz para se iluminar
Vem de si próprio e ficam sem perceber
Que não somos sol com luz própria solar
mas como a lua que fica a luz receber

Iluminar-se não é buscar uma luz interior
Mas é se abrir para que os raios solares
Entrem em nossa vida vinda do exterior
Da única fonte inesgotável de luminares

Esta fonte é um ser pessoal que nos ama
Que ao reencontro de Deus nos conduz
A mensagem é a sua vida que proclama
Que a luz é a própria pessoa de Jesus

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.

REVISÃO DE VIDA

A nossa vida é feita de histórias, sentimentos, decisões, conceitos e etc. Ela é mais complexa do que parece ser. É uma mistura de muitas pessoas e situações e que se estivermos distraídos perdemos muito dela. Estas talvez sejam as razões para que uma revisão de vida seja feita.

Precisamos sempre revisitar nossa vida para que possamos ter uma real compreensão de como estamos vivendo. Pois somos capazes de viver 100 anos sem refletir profundamente sobre a nossa vida. Portanto a revisão de vida é uma ação intencional que foge da normalidade.

Uma das questões a ser pensada em uma revisão de vida é se vivemos uma vida que vale a pena. Se no final iremos nos arrepender das escolhas que fizemos ou não. Esta é uma questão muito importante na nossa trajetória, pois se conseguirmos antever algumas coisas que se fizermos iremos nos arrepender, podemos tomar a decisão de não fazê-las. É claro que nem tudo conseguimos prever mas em muitas situações nós sabemos o que é certo e errado a ser feito e podemos evitar as que nos farão nos arrepender mais tarde

Geralmente quando chega final de ano, muitos gostam de fazer planos para o novo ano que vai entrar, para agirem de forma diferente e coisas que se fez e que se arrependeu. Mas a questão aqui abordada não é simplesmente uma questão de projetos de vida para um ano novo. A questão principal é rever princípios e valores de vida que irão nortear toda uma vida e não somente um momento dela.

A proposta que temos com este texto é de pensarmos em como temos vivido até aqui para podermos pensar em como iremos viver daqui para frente levando em conta esta reflexão. É um olhar para o passado tendo em visto o futuro para mudar o presente. É perceber quem nós fomos, quem somos e o que queremos ser. Mais do que ações, é pensar no nosso ser.

Mas quando alguns entendem que esta reflexão deve ser feita apenas com um novo ano se aproximando, esta reflexão não ganha a profundidade devida e a frequência necessária. É claro que com o mundo agitado do terceiro milênio fica difícil fazer esta reflexão diária – apesar de ser necessária – mas devemos sempre estar prontos para revisitar este tema em nossas vidas.

 

“A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas só pode ser vivida olhando para frente”. – Soren Kierkegaard

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.