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AMOR, A CURA DO PECADO (parte 2)

Muito se diz a respeito destas duas palavras: “pecado e amor”. Ambas são antigas e de certo, não existe algum “terráqueo” que ainda não tenha ouvido ou praticado-as. Para alguns a palavra pecado se encontra em desuso e é apenas para fanáticos religiosos que quando a pronunciam usam no sentido pejorativo. Todavia, o fato de não considerá-la não significa que ela não exista. Pois é visível sua presença e seus efeitos nas estruturas humanas, no âmbito familiar (laços familiares desfeitos), político (povos oprimidos, vigorando a lei do mas forte e da sobrevivência), cultural (era do Vazio – falta de identidade) e social (extremo individualismo e o consequente isolamento).

Pecado do hebraico (hatah ou chêt), do grego (harmatia ou harmatêma) ou ainda do latim (peccatum) é definido classicamente como: errar o alvo, falta ou omissão, tropeçar, transgressão da lei. “Quem peca é culpado de quebrar a lei de Deus, porque o pecado é a quebra da lei.” – 1 João 3.4

Que lei? Jesus vai dizer em Mateus: “Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente… ame os outros como você ama a você mesmo.” Ao que Paulo posteriormente irá reforçar aos Gálatas: “Pois a lei inteira se resume em um mandamento só: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo’.”Gálatas 5.14.

Deste modo, pecado será então: Não amar ou ainda a falta do amor. Nos resta então fazer a seguinte pergunta: O que é o amor? A respeito disto João irá afirmar que Deus é amor. E sendo ele amor, qualquer manifestação de amor provém dele (João 4.8).

Desta forma o Amor é então um imperativo de Deus para as relações humanas, pois faz parte da essência de Deus. O amor criará então relacionamentos saudáveis e agradáveis e gerará vida, ao contrário do pecado que gera morte. O amor é cura para o pecado, porque apenas por meio dele construímos sociedade harmoniosas, baseados em uma comum-unidade (desenvolvendo dia após dia o laço de solidariedade, reciprocidade,  amparo, dedicação, generosidade)  e pelos princípios de alteridade e sensibilidade, na qual muito mais do que simplesmente olhar o outro, ele se aproxima, cuida, e se coloca no lugar do outro (Lucas 10.34-35).

Como Diz um ditado africano “Ubuntu”: eu sou porque você é, você é porque eu sou. Só assim veremos as mudanças que queremos ter no mundo “Que o amor faça com que vocês sirvam uns aos outros.”Gálatas 4.14.

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Emiliano J.A. João
Emiliano Jamba António João, Filho de António João e de Maria de Lourdes António, nascido na cidade do Huambo, província do Huambo em Angola. Do grupo étnico dos Ovimbundos que pertencem ao povo Bantu. Atualmente reside no Brasil desde 2014, na cidade de Campinas no Estado de São Paulo.
Graduando em Teologia pela Faculdade Nazarena do Brasil (FNB), e em Direito pela Universidade Paulista,(UNIP). Membro do grupo de iniciação cientifica sobre a Ética das Virtudes, coordenado pelo Dr. Sidney de Moraes Sanches.
Membro do grupo de Teologia Negra - FTL, campinas,
Áreas de pesquisa: Religião e política, com ênfase no missionaríssimo cristão na África subsaariana Lusófona, e sua implicação na politica, Ética e filosofia Africana.

A CONSUMAÇÃO DO AMOR

Entendo que o amor é eterno. Não este amor romântico entre casais apaixonados, mas falo do amor como essência da vida. O amor não tem fim apesar da vida humana (terrena) ter um fim. Assim como creio também que a vida, em sua essência, é eterna. Não falo da vida humana apenas, mas da vida que existe mesmo sem sabermos de onde surgiu e para onde vai. A vida é viva assim como o amor é.

Como esta vida humana terrena tem fim, creio na consumação final que todas as coisas terão. É o que a internet, TV, jornais e o senso comum da sociedade chamam a muitos séculos de Apocalipse. Muitos creem que tudo vai ter um fim e muitas vezes não sabem explicar o porquê acreditam nisto. Vemos livros, filmes, séries mostrando sobre como seria um mundo pós-apocalíptico com zumbis, doenças, escassez de tudo o que é essencial para a vida humana e etc.

E nesta geração niilista, que crê que tudo está indo de mal a pior, este tema tem sido cada vez mais recorrente. Muitas vezes isto pode trazer uma desesperança de viver, pois se tudo vai acabar e não há nada que possamos fazer, porque viver?

Entendo que este sentimento coletivo do fim está embutido quase inconscientemente em cada ser humano. Como a vida é difícil – apesar de bela – talvez seja um sentimento que o sofrimento precisa ter um fim, pois se não acreditarmos nisto a vida seria (e para alguns é) insuportável.

Mas se tudo irá acabar em uma grande e terrível destruição completa de tudo sem aviso prévio, com muito sofrimento para todos, como isto pode trazer algum alento para corações ansiosos e desacreditados?

Falando sobre Apocalipse, existe um livro que fala neste assunto do fim, a Bíblia. Muitos livros da Bíblia falam do final das coisas. Desde o antigo testamento que os profetas (principalmente) falam que realmente tudo vai ter um fim. Nestes escritos de milhares de anos deixa claro que este mundo é provisório e que ele vai passar mesmo.

E quando vamos para o novo testamento uma das pessoas que mais falam sobre o fim é o próprio Jesus Cristo. Nos evangelhos registram muitos dos seus discursos e ensinamentos acerca deste assunto. Chegando ao ponto do último livro da Bíblia, Apocalipse (revelação), ser o próprio Cristo aparecendo para João e pedindo para ele registrar tudo que o Ele iria falar sobre os últimos dias. João registra e temos o principal e mais detalhado registro sobre o fim das coisas que faz uma completa conciliação com os outros relatos bíblicos sobre o apocalipse.

Jesus vem novamente para a consumação do amor. Vem porque é amor e porque prometeu. Vem porque é preciso vir, pois o ser humano precisa saber o final de tudo o que existe. A nossa vida não faz sentido se não soubermos o que vai acontecer no final. Não faz sentido se não sabemos o porquê ela faz sentido. Acreditamos não porque temos que acreditar em algo. Acreditamos porque Deus falou e porque faz sentido. Quem crê somente na matéria e que nada há além deste mundo e desta dimensão, é infeliz.

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.

AMOR, A CURA DO PECADO

Muitas são as doenças da raça humana
Algumas matam outras só nos adoecem
Muitas delas sem cura e só engana
Algumas mais promete-se que curem

Mas existe uma doença, a originária
A raiz de todas as outras que viriam
Ela mata não só o corpo, mas a alma
Se não fosse ela felizes todos estariam

Vivemos muitos anos sem saber a cura
Desta doença que sempre esteve aqui
Por causa dela muitos chegaram à loucura
Sem poder e sem saber controlar a si

Nesta doença muitos acreditam, outros não
Pois é sútil apesar de matar o nosso estado
Estado existencial e comportamental então
Foram manchados pela doença, o pecado

O pecado afetou muito tudo o que foi criado
Mas o criador já tinha uma solução para dar
Que É desde antes de tudo aqui ser formado
É o próprio filho criador que aqui veio estar

Este Pai que ama seus filhos e sua criação
Tem a cura para erradicar esta má doença
O remédio é o próprio messias que é são
Pois nunca se contaminou desta ofensa

Veio sem pecado enviado pelo Pai redentor
Trazendo a vacina para a cura eterna
A solução para esta doença é o Salvador
Morreu para termos uma adoção paterna

Jesus é a solução desta doença tão ruim
Assumiu este mal, mesmo abandonado
Para o ser humano não mais viver assim
Pois Deus-filho é amor, a cura do pecado

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.

O PECADO COMO RUPTURA

Muitas pessoas já tentaram (e ainda tentam) definir o que é pecado. Muitos até mesmo negam a existência dele. Outros ainda entendem que pecado é muito forte e é melhor falar de erro. Mas quem e aonde podemos achar esta fonte segura para falar sobre pecado?

Grande parte das pessoas entendem que na Bíblia é aonde podemos ter esta fonte segura para se entender o que é pecado. E historicamente a Bíblia (tanto antigo quanto novo testamento) é o primeiro registro escrito a tratar especificamente e de maneira ampla o que é o pecado. Só o novo testamento possui mais de 20 mil documentos que comprovam a existência dele, por exemplo.

A Bíblia,  que entendemos ser um livro confiável para se falar em pecado, faz algumas afirmações sobre o que é o pecado. E fica claro que o pecado (além do seu significa literal no grego significar “errar o alvo”) é uma ruptura. Uma ruptura com o criador e com a criatura.

Nas primeiras páginas da Bíblia vemos Deus avisando o homem e a mulher que não deveriam desobedecer à ordem que ele tinha dado de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, pois a consequência seria a morte. Esta morte é uma ruptura com Deus, com o outro e consigo mesmo. Quando eles desobedecem logo já sofrem as consequências e caem em maldição do pecado e ainda torna a criação maldita por causa deste pecado que entra no mundo por causa do que eles fizeram.

Uma das primeiras rupturas do pecado é consigo mesmo. Nós fomos criados à imagem e semelhança do criador (Deus) sem pecado. O pecado nos torna alguém que não somos, pois Deus deseja que vivamos em harmonia conosco mesmos. O pecado mancha quem nós somos e cria uma ruptura existencial. Existimos para um propósito, mas o pecado nos desvia deste caminho.

Quando Deus pergunta para o homem sobre o pecado que ele havia cometido, ele culpa a mulher e Deus pelo pecado dele. O pecado rompe o relacionamento com o próximo. Tanto porque temos o pecado em nós como também o outro também está em pecado. E sem o outro nós também estamos incompletos, pois Deus tirou uma parte do homem para fazer a mulher. No final somos todos parte uns dos outros e precisamos viver em harmonia uns com os outros.

E o pecado abre um abismo entre o ser humano e Deus, pois Deus é santo e não pode se relacionar com o pecado. Mas Deus nos ama e quer muito se relacionar com a gente. Por isso Ele envia seu filho Jesus, pois ele nos ama e pode resolver o nosso problema com o pecado. Deus se dá para o ser humano na pessoa de Jesus Cristo, pois Ele quer que vivamos em harmonia conosco mesmos, com o próximo e com Ele.

A raiz de todo o mal que vivemos está no pecado, pois ele abre rupturas em tudo o que é mais importante para a vida. Mas isto não é uma má notícia, é uma boa nova que existe solução para esta ruptura, pois Jesus é a maior revelação do amor.

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.

JESUS, A MAIOR REVELAÇÃO DO AMOR

O que é o amor? Talvez muitos de nós não conseguimos responder esta pergunta porque entendo que estamos fazendo-a de forma errada. Creio que o correto é perguntar: QUEM é o amor?

Quando falamos em amor e buscamos em o QUE é o amor, iremos procurar em coisas e coisas (até aonde eu sei) não tem vida. Se quisermos que o amor se revele a nós temos que procurar o amor aonde tem vida. Vida e amor são quase que inseparáveis, pois um não vive sem o outro.

E como tem gente procurando amor nas coisas. Falo nisto não para que possamos olhar para as pessoas tentando julgá-las e tentar lembrar de pessoas que a gente conhece que fazem isto. Podemos olhar para as outras pessoas e creio que de certa forma pode nos ajudar. Os maus exemplos também ensinam (os sábios). Mas falo sobre pessoas que procuram amor nas coisas, tentando fazer com que olhemos para dentro de nós mesmos e tentarmos identificar em nós aspectos desta procura pelo amor aonde não há vida.

Penso que o amor é o nosso combustível para viver. Como viver sem amor? Já imaginou? Se sofremos com as guerras, com a fome, a miséria e tantas outros fatores que são difíceis de conviver em um mundo em que ainda existe o amor, imagina tudo isto sem amor. Seria insuportável a tal ponto da vida ser uma impossibilidade. Por isso também entendo que o amor e a vida são indissociáveis.

Muitos livros sobre o amor já foram escritos, estão sendo e com certeza ainda serão escritos sobre este tema que sempre permeou a vida humana. Mas na grande maioria deles apresenta o amor como algo quase impalpável e raso. Alguns livros mostram o amor às vezes como coisas simples como um abraço, beijo e etc. Outros tratam como uma ideia sem muita possibilidade e quase remota de se entender e de ser vivido em plenitude. E a grande maioria trata o amor como apenas um sentimento restrito ao coração humano cativo às intenções e definições de quem “sente”.

Mas existe um livro, que na história é o livro mais importante que já se foi concebido, é o livro mais vendido no mundo e provavelmente o livro mais antigo de que se tem conhecimento. Um livro que para os historiadores é um marco e para os que têm fé o livro mais importante de todos, a Bíblia.

Sem dúvida a Bíblia é um dos livros mais questionados, mas ao mesmo tempo o livro que mais se tem seguidores em toda a história. Interessante perceber que a maioria dos que duvidam da bíblia são os que não têm fé em algum Deus (ou ser superior) e as pessoas que mais são influenciadas por este livro, são as que têm uma fé profunda no que crêem. E neste livro existe uma revelação profunda sobre o amor. Este livro vai dizer que Deus é amor e que Jesus é Deus. Por isso tantos acreditam que a Bíblia é a palavra de Deus, pois o amor revelado neste livro é uma pessoa. Deus que se revela como amor e ser humano é este Cristo que por amor deixou a sua Palavra para direcionar as pessoas a caminharem em amor, pois Jesus é a maior revelação do amor.

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Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.