Jesus – a luz da vida

Eu sou a luz do mundo; quem me  seguir jamais andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8.12).

Fico encantado ao olhar para o texto bíblico e perceber como a ideia da luminosidade acompanha as ações criadoras e salvadoras de Deus no mundo. Gênesis 1.2a e 3 diz assim: “a terra era sem forma e vazia […]. Disse Deus haja luz. E houve luz”. O texto ensina que quando o universo era caos, Deus por sua Palavra criou o cosmos, ou seja, Ele bondosa e poderosamente criou todas as coisas e as deixou em ordem. Seu ato primeiro foi a criação da luz.

Em um tempo em que o povo de Israel vivia uma crise profunda, sem precedentes, Deus enviou seu servo o profeta Isaías para que proclamasse palavras de esperança. Como arauto do Senhor, ele prega em alto e bom som: “não haverá escuridão, para a terra que estava aflita […]. O povo que andava em trevas viu uma grande luz sobre os que habitavam na terra da sombra da morte […]. Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi concedido…” (Isaías 9.1a, 2, 6a). De maneira profética, Isaías anuncia o nascimento de uma criança que há de trazer luz aos que vivem em escuridão plena. Ele diz mais: “o governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6b). Que palavras iluminadoras e reconfortantes!

Quando o evangelista Mateus narra o nascimento de Jesus, ele conta que três sábios do oriente foram guiados por uma estrela até o local onde o Senhor, ainda bebê, estava (Mateus 2. 1 a 12). Note: eles foram guiados por um ponto de luz no céu. Já Lucas conta que alguns pobres pastores foram surpreendidos por uma glória luminosa cheia de esplendor (Lucas 2.9). Na verdade, era um anjo do Senhor que veio comunicar àqueles simples homens o nascimento do Salvador.
Lucas ainda descreve o cântico de Zacarias que mostra sua exultação pela ação de Deus na história, por meio de Seu Cristo: “graças à profunda misericórdia do nosso Deus, pela qual a aurora do
alto nos visitará, para iluminar os que estão nas trevas e na sombra da morte, a fim de nos guiar nossos pés no caminho da paz
” (Lucas 1.78 e 79).

Todos e esses textos e muitos outros que poderia citar mostram de maneira unânime que quando Deus age, criando ou salvando, Ele o faz através da luminosidade do seu Ser que se manifesta na criação de astros luminosos (no caso de Gênesis), ou se manifesta
na Sua atuação poderosa na história trazendo luz a quem está nas trevas e na sombra da morte. O próprio Jesus, que representa a maior manifestação de Deus na história, autodenomina-se como a luz do mundo, e quem se permitir ser iluminado por Ele, terá a luz da vida.

Nosso mundo por conta do pecado é confuso e triste, deixa as pessoas sem direção. Muitas delas trilham pela jornada da existência desesperançadas, frustradas, desanimadas, vivendo uma vida sem significado, verdadeiramente, em trevas. Entendo que não tem sentido em se viver assim, visto que Jesus é a luz do mundo. Ele veio do Pai para iluminar a cada ser humano, isso quer dizer que Ele deseja dar direção as pessoas sem rumo, almeja dar esperança aos desesperançados, anseia animar os desanimados, e pretende dar vida significativa para os frustrados, enfim, Ele quer salvar a cada um de uma vida medíocre e de um futuro aterrorizante.

Daqui a um mês celebraremos o Natal de Jesus Cristo, e celebrar tamanho acontecimento nada mais é do que relembrar o coração que Deus mandou seu Filho ao mundo para iluminar os nossos
passos, a fim de que caminhemos rumo ao centro da Sua vontade, que é boa, perfeita e agradável.

Por isso, neste ano comemore o Natal de Jesus Cristo lembrando que Ele é a verdadeira luz que ilumina a vida, ou seja, Ele tem poder para iluminar todas as suas questões existenciais. E se lembre ainda que Ele chamou seus discípulos para participar da sua luz,
iluminando, através de atos que demonstrem seu caráter e sua graça, o caminho das pessoas (veja Mateus 5.14 e 16). Desafio-o, hoje, a fazer da sua fé uma missão, a missão de refletir a luz de Jesus na vida das pessoas que o cercam. Creio que não existe melhor maneira de celebrar o Natal. Que Deus, o Pai das luzes, ajude-o.

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Laurencie Salles
Sou uma simples pessoa que encontrou a vida por meio da graça de Deus, e esta magnífica graça tem um nome: Jesus Cristo. A partir de Jesus de Nazaré minha identidade é construída, meus papéis de marido, pai e filho, professor e cidadão são exercidos, e minha vocação pastoral é cumprida. Sou alguém amado graciosamente por Jesus e fora Dele não existe nada em mim que tenha valor ou sentido.
Minha formação é na área de Matemática, pela UFSCar (graduação e mestrado) e em Teologia, pela Faculdade Batista de Campinas, convalidado pelo Centro Universitário Clarentiano, com especialização pela FLAM/UNIFIL e especialização em Ética e cidadania pela USP/UNIVESP.

A MISSÃO DO CRISTÃO É A MISÃO DO CRISTO

 

Jesus veio para salvar a humanidade da condenação do inferno através da sua morte e ressurreição e deixou uma missão que está expressa em Mateus 28, que é: “Indo e fazer discípulos…” Esta missão Ele deixou para todos aqueles que nele acreditassem e seguissem o exemplo de suas obras.

Os fariseus tinham muitos defeitos e entre alguns deles, estava o de fazer as obras sem ter o coração nelas, apenas fazendo por ser lei. E creio que Deus, desde o antigo testamento quer que seus servos o sirvam não por obrigação, mas por amor e de todo coração.

A missão que Jesus deixou aos seus seguidores deve ser feita da mesma forma, com paixão por ela. Não se deve encarar a obra missionária como uma ordem a ser cumprida, mas como um
exemplo a ser seguido
. Jesus deixou suficientes exemplos de como amar o próximo, viver em santidade, meditar nas Escrituras e orar ao Pai, para que naturalmente, a evangelização e a missão sejam um fruto espontâneo de um coração que ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Alguns Cristãos entendem que fazer missões e evangelismo está mais relacionado a uma obra, um serviço, uma ação isolada em momentos pré-determinados, em locais pré-estabelecidos.
Pode ser feito também desta forma, mas não é somente isto. A obra missionária é uma missão que deve ser vivida no cotidiano do Cristão. Evangelização é o exemplo de Cristo em como amar as pessoas em todas as situações em que se vive em relacionamento com as pessoas.

Missão é querer viver toda a sua vida para continuar o que Cristo fazia quando estava conosco, sem abdicar dos dons que Deus dá a cada filho seu. Deus dá para cada Cristão um dom (ou mais) para ser posto a serviço do reino de Deus. O dom é desenvolvido e aperfeiçoado através de toda uma vida em comunhão, intimidade
e direção de Deus. O dom é dado por Deus através do Espírito Santo para que se tenha a capacitação de poder desenvolver o que um ser humano com suas limitações e pecado jamais poderia fazer com suas próprias forças e conhecimento.

A obra missionária e evangelização deve se despir de alguns interesses que prejudicam o compartilhar da vida de Cristo para aqueles que não o tem em suas vidas. Primeiramente, o interesse não deve ser somente que a pessoa faça a decisão por Cristo e o mensageiro se satisfaça com isso. É necessário um acompanhamento e discipulado daquele que entendeu e quer ter uma vida com Jesus. Deve-se seguir as orientações que Jesus deixou na grande comissão: fazer discípulos, pois desta forma fica completo o ato de discipular que não é somente anunciar, mas acompanhar. Cada Cristão tem uma função diferente no corpo e nesta tarefa cabe a cada um descobrir o seu papel.

Jesus deixou o exemplo também de que se deve ter o interesse por toda a vida de uma pessoa e não somente pela alma do próximo. Na história onde Jesus cura 10 leprosos, há uma lição a se aprender. Jesus já sabia que somente um dos leprosos iria reconhecer o Cristo, mas Ele cura todos os 10 sabendo que a maioria não iria querer o principal, que era a salvação. O interesse do Cristão pelo próximo deve refletir este grande exemplo de Jesus. Tem que se estar
sensível e atento às necessidades das pessoas independentes se elas estão interessadas no evangelho ou não. Mesmo porque o ser humano não tem o poder da conversão que é somente de Deus. A missão do Cristão é viver Cristo para que as pessoas possam querer ter a mesma vida do Cristão.

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Mateus Feliciano
Seguidor de Jesus Cristo desde 1991; marido da Carol Lourenço desde 2010 e pai da Clara desde 2016; nascido em Santo André-SP desde 1982 e morando em Campinas desde 2003. Formado em administração, teologia e pós graduado em exposição bíblica. Coordenador da Seara Urbana ONG de recuperação de moradores de rua desde 2006; Pastor na IBBG, da REDE (IBBG Jovem) e do HELP (Ação Social); Professor na Faculdade Teológica Betesda nas áreas de teologia, missiologia e eclesiologia; Professor de missões urbanas e discipulado na JOCUM; Membro da FTL-Fraternidade Teológica Latino Americana.

Vida, mais vida e mais vida ainda

“Eu  vim para que tenham vida, e a tenham com plenitude”. (João 10:10b)

As palavras citadas acima são do Senhor Jesus. Palavras fortes e que penetram na profundidade do coração. Jesus, nessas palavras, mostra uma de suas vocações ao vir ao mundo – trazer vida. Por isso concordo com Caio Fábio quando diz que só pode ser chamado de vida aquele existir que brota e emana de Cristo. Pensemos um pouco
nessas coisas…

É fato que se uma das vocações – e porque não dizer –  a vocação de Jesus de Nazaré era trazer a vida, isso significa que cada um de nós é chamado a usufruir dessa vida que Ele dá. Para que você não confunda a vida que brota de Cristo com qualquer tipo de
vivência ou existência passarei a denominá-la de VIDA. Infelizmente, muitos que se dizem seguidores de Cristo não têm bebido dessa VIDA. Ou melhor, não têm optado por essa VIDA. Têm seguido por outros caminhos, que na verdade são descaminhos. Preferem construir a sua própria vida, com suas próprias forças, métodos e religião, e vivem, assim, do jeito que bem entendem. Eles se
esqueceram das palavras do apóstolo do amor: “Nele (Cristo) estava a
VIDA
”. Eles foram engolidos pelas circunstâncias da existência, desistiram de sorrir em meio ao peso de se viver – que é uma realidade, como o próprio Jesus já havia dito: “No mundo tereis aflições” (João 16.33). Mas mesmo assim, as palavras de Cristo ecoam até nós: “Eu vim para que tenham VIDA”.

Jesus quando pisou nesta terra – lá no século primeiro – veio em meio a circunstâncias difíceis, nasceu num lugar de miséria e sofrimento, opressão por todos os lados, pressão do governo romano – governo por sinal sanguinário, e uma religião ultra-mega-plus-ortodoxa-fundamentalista que pouco ou nenhum compromisso tinha com a VIDA. Mas apesar de tudo isso, através de seus ensinamentos, de suas opções, suas experiências, Jesus transmitia VIDA por onde passava, com quem se encontrava. O cego de nascença pôde exultar dizendo: “não sei quem Ele era, só sei que eu era cego e agora eu vejo”(João 9.25). O cobrador de impostos Zaqueu teve toda sua vida confrontada pela VIDA, e mediante disso, vibrou e falou: “Senhor, darei aos pobres metade dos meus bens, e se prejudiquei alguém em alguma coisa, eu lhes restituirei quatro vezes mais” (Lucas 19.8). No encontro existencial com a VIDA Pedro disse: para quem iremos nós, Senhor, só tu tens as palavras de VIDA eterna” (João 6.68).
Caio Fábio, indo na mesma linha dos exemplos bíblicos, acertou em cheio quando disse que seguir Jesus é o mais fascinante projeto de VIDA.

Eu concordo e aceito a frase de João Guimarães Rosa que viver é um negócio muito perigoso, e é mesmo; eu sei que somos frágeis, limitados, vulneráveis, e somos mesmo. Eu sei que vivemos em cidades cheias de violência, maldade, e toda sorte de injustiça e vivemos mesmo; eu sei que estamos sujeitos a doenças, a perda dos entes queridos, ao esfriamento da fé e da esperança e estamos
mesmo; eu sei que o relacionamento conjugal pode passar por invernos rigorosos, que o relacionamento com os filhos pode se tornar frio e complicado, eu sei que a convivência e a vivência na igreja pode se tornar rotineira e alienada da realidade, eu sei de tudo isso. Contudo, eu sei também que Jesus disse: que veio para que trazer VIDA, e VIDA com plenitude. E sei ainda que dar VIDA, fazer com que nasça uma esperança em meio ao caos, renovar a fé, doar força na fraqueza, trazer beleza aos relacionamentos, iluminar quem
está nas trevas e fazer com que vida seja VIDA são especialidades de Jesus Cristo. Ante o que foi exposto até agora, faz-se necessário fazer uma opção, a opção pela VIDA. Opção pela VIDA em plenitude.

Que todos nós, hoje, em humildade, acheguemo-nos ao trono da graça e de bondade, e peçamos agora, somente uma coisa, nada mais – VIDA em plenitude. Oremos então:Senhor Jesus, o Senhor é o dono da VIDA, e só pode ser chamado de vida a VIDA que vem do Senhor. A nós pecadores, a nós sofredores, a nós indignados com a injustiça e a
maldade do mundo que construímos, a nós limitados, a nós vulneráveis,
instáveis, inconstantes derrame, por misericórdia, da tua VIDA em plenitude para que o nosso coração se encha de alegria e força para enfrentar os desafios que nos são propostos a cada dia, e que assim, o nosso existir possa valer a pena, e que então, sejamos canais dessa VIDA para que ela alcance aqueles que nos rodeiam. Amém.

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Laurencie Salles
Sou uma simples pessoa que encontrou a vida por meio da graça de Deus, e esta magnífica graça tem um nome: Jesus Cristo. A partir de Jesus de Nazaré minha identidade é construída, meus papéis de marido, pai e filho, professor e cidadão são exercidos, e minha vocação pastoral é cumprida. Sou alguém amado graciosamente por Jesus e fora Dele não existe nada em mim que tenha valor ou sentido.
Minha formação é na área de Matemática, pela UFSCar (graduação e mestrado) e em Teologia, pela Faculdade Batista de Campinas, convalidado pelo Centro Universitário Clarentiano, com especialização pela FLAM/UNIFIL e especialização em Ética e cidadania pela USP/UNIVESP.

Por uma pastoral do Reino de Deus

Entende-se por pastoral o caminho de práxis adotado por uma igreja cristã no anseio de sinalizar o Reino de Deus neste mundo decadente, violento e injusto. Não há como negar que o tema Reino de Deus embasou a essência da pregação de Jesus de Nazaré, e é nesta direção que uma igreja bíblica deve caminhar.

Segundo o teólogo latino americano Jon Sobrino “O Reino de Deus dominou a vida pública de Jesus, sendo ele o mediador, absoluto e definitivo, do Reino. Em Jesus a realidade histórica do Reino se concretiza nele mesmo. A sua conduta demonstra os sinais do Reino quando acolhe o pobre, realiza milagres, expulsa os demônios, senta-se à mesa com publicanos e pecadores, compartilha uma nova imagem para Deus”.

Para a construção de uma pastoral pela perspectiva do Reino de Deus faz-se necessário um olhar sobre o ser humano na integralidade do seu ser. Nesse sentido o conceito de salvação da alma, herdado da teologia gringa1  não bíblica (ver Lucas 4.14 a 30), é ampliado para a salvação do ser humano na completeza do seu ser: uma mistura de corpo, alma, espírito, vontade, sentimentos, emoções, sonhos, desilusão etc. Na doutrina bíblica, Deus salva o ser humano por inteiro (ver Romanos 12.1 e 2, Filipenses 2.12 e 13, Colossenses 3.10 a 17), pois alma sem corpo seria um fantasma e corpo sem alma seria um defunto.

Creio piamente que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, no acolhimento de tamanha graça o ser humano é selado com o Espírito Santo da promessa que é a garantia de pertença à cidade eterna onde reina plena a justiça, além disso, tal pessoa, tomada pelo poder libertador da graça, é impulsionada, no aqui e agora da vida, para um engajamento no Reino de Deus com o intuito de ser instrumento divino na prática de boas obras para que as pessoas sejam levadas a glorificar a Deus.

Dentro dessa lógica, evangelizar não é somente levar pessoas a Jesus, mas principalmente levar Jesus às pessoas através de ações concretas, pregação e práxis, que estejam em pleno acordo com a vontade de Deus, e sejam sinais da atuação divina neste mundo mau. Assim cada cristão é vocacionado para pregar com sua vida que Deus não se esqueceu das pessoas, mas quer perdoá-las, restaurá-las, curá-las, libertá-las, enfim, salvá-las na totalidade do seu ser e da sua historicidade e se relacionar com elas, como Pai de amor, para todo o sempre.

Para que isso ocorra é necessário sair das quatro paredes do templo, e decidir ser sal fora do saleiro. Quem vem?!

1.Seria uma injustiça afirmar que tudo que aprendemos e recebemos dos irmãos americanos, em termos de teologia, esteja equivocado. Seria verdadeiramente uma grande injustiça. Mas essa supervalorização da alma e do céu em detrimento da importância do corpo e da vida aqui na terra, certamente, não encontra respaldo na Bíblia. Para aprofundar essa questão sugiro a leitura do livro Missão Integral de René Padilha.

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Laurencie Salles
Sou uma simples pessoa que encontrou a vida por meio da graça de Deus, e esta magnífica graça tem um nome: Jesus Cristo. A partir de Jesus de Nazaré minha identidade é construída, meus papéis de marido, pai e filho, professor e cidadão são exercidos, e minha vocação pastoral é cumprida. Sou alguém amado graciosamente por Jesus e fora Dele não existe nada em mim que tenha valor ou sentido.
Minha formação é na área de Matemática, pela UFSCar (graduação e mestrado) e em Teologia, pela Faculdade Batista de Campinas, convalidado pelo Centro Universitário Clarentiano, com especialização pela FLAM/UNIFIL e especialização em Ética e cidadania pela USP/UNIVESP.